Lembranças
A nossa memória é sem dúvida, um mecanismo curioso! Há dias estava muito bem no trabalho, sem nada para fazer, para variar, quando me veio à lembrança uma cantiga que me foi ensinada devia ter eu uns 6/7 anos! Lembro-me como se de hoje se tratasse... Estava eu mais a minha prima na aldeia do meu pai lá prós lados de Mirandela quando ela começa a cantar! Eu achei a letra tão bonita que me apressei a escravê-la enquanto ela ma ditava... Lembro-me que haviam palavras cujo significado eu desconhecia completamente... Dois ou três dias depois já a sabia de cor e andavamos as duas felicíssimas sempre a cantarolá-la ;) Após essas férias de verão nunca mais me lembrei da sua existencia! Escusado será dizer que tive de fazer um esforço para me lembrar da letra toda mas aqui vai:
Andava um garotinho de 10 anos
A trabalhar na vinha de seus pais
Há no mundo um certo de seres humanos
Que ainda são piores do que animais
O garotinho trabalhava noite e dia
Trabalhava com uma enxada amargurado
Mas como o seu trabalho não rendia
À noite pelo pai era espancado
O garotinho já farto de sofrer
Já cheio de sofrer martírios tais
Um dia em que pensou em fazer?
Em abandonar a casa de seus pais
A uma aldeia se dirigiu
A uma casa rica foi bater
Pedindo com carinho e com ternura
Que lhe dessem onde dormir e que comer
Então alguém lhe perguntou
Porque andas garoto abandonado?
E ele a chorar exclamou:
Porque o meu pai para mim é um malvado
Então óh bom garoto escuta lá
Já que o teu pai pra ti é um traidor
Se não queres abalar-te fica cá
Que eu de ti farei um homem de valor
O garotinho aceitou mas sem saber
Que ele era honrado professor
Ensinou-o a lêr e a escrever
Até que chegou a ser Doutor
Era Doutor já curava muita gente
Era médico dos bons e dos pobres
Um dia soube que o pai estava doente
À pressa lá o foi salvar da morte
Depois de o ter salvo diz num ai
Meu pai já está salvo e eu sinto brio
Apesar de o senhor ser um mau pai
Eu quero lhe pagar por ser bom filho
Perdoa filho meu o mal que eu fiz
A vida que eu te dei amargurada
Mas quanto é que eu te digo filho diz
Cumpri o meu dever não deve nada!!!
Andava um garotinho de 10 anos
A trabalhar na vinha de seus pais
Há no mundo um certo de seres humanos
Que ainda são piores do que animais
O garotinho trabalhava noite e dia
Trabalhava com uma enxada amargurado
Mas como o seu trabalho não rendia
À noite pelo pai era espancado
O garotinho já farto de sofrer
Já cheio de sofrer martírios tais
Um dia em que pensou em fazer?
Em abandonar a casa de seus pais
A uma aldeia se dirigiu
A uma casa rica foi bater
Pedindo com carinho e com ternura
Que lhe dessem onde dormir e que comer
Então alguém lhe perguntou
Porque andas garoto abandonado?
E ele a chorar exclamou:
Porque o meu pai para mim é um malvado
Então óh bom garoto escuta lá
Já que o teu pai pra ti é um traidor
Se não queres abalar-te fica cá
Que eu de ti farei um homem de valor
O garotinho aceitou mas sem saber
Que ele era honrado professor
Ensinou-o a lêr e a escrever
Até que chegou a ser Doutor
Era Doutor já curava muita gente
Era médico dos bons e dos pobres
Um dia soube que o pai estava doente
À pressa lá o foi salvar da morte
Depois de o ter salvo diz num ai
Meu pai já está salvo e eu sinto brio
Apesar de o senhor ser um mau pai
Eu quero lhe pagar por ser bom filho
Perdoa filho meu o mal que eu fiz
A vida que eu te dei amargurada
Mas quanto é que eu te digo filho diz
Cumpri o meu dever não deve nada!!!

2 Comments:
At março 20, 2006 1:23 p.m.,
ZekE said…
Relembrar a infância tem sempre um "sabor" especial...a música ~´e gira, ainda vai haver uma versão metal!! :P :P
At março 20, 2006 7:45 p.m.,
Pikizinha said…
Lolol
versão metal era giro! :P
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